segunda-feira, 15 de março de 2010
Ser politico é exercitar o hábito de colaborar
quinta-feira, 11 de março de 2010
Marketing one-to-one x Marketing Tradicional
A série hoje mais utilizada é aquela indicada por PEPPERS & ROGERS (1997), composta de 4 etapas:
a) Identificação – consiste em distinguir os clientes individualmente, em detalhes, e ser capaz de reconhecê-los em todos os pontos de contato, em todas as formas de mensagem, ao longo de todas as linhas de produtos, em todos os locais e em todas as divisões.
b) Diferenciação - significa categorizar os clientes da empresa por suas diferentes necessidades. Isso pode ser feito de duas formas: pelo nível de valor para sua empresa e pelas necessidades que têm de produtos e serviços de sua empresa.
c) Interação - esta etapa está intimamente ligada à de diferenciação e à de personalização. Além de saber como as necessidades de seus clientes mudam, é necessário um processo de utilização dos feedbacks interativos de um cliente em particular para que seja possível deduzir quais são as necessidades específicas daquele cliente. Essa interação com o cliente deve-se estabelecer de forma contextualizada. Assim, por exemplo, uma nova conversa deve iniciar-se onde a última terminou, não importando há quanto tempo ocorreu ou por que meio ocorreu (call-center, Web, ou no escritório do cliente).
d) Personalização – significa a capacidade de a empresa tratar um cliente particular de forma diferente, de acordo com o que aquele cliente informou durante uma interação com a área de vendas ou de marketing. Isso tem sido conseguido pelo processo denominado personalização em massa de um produto ou a personalização das opções oferecidas em volta do produto – criação de uma variedade de produtos altamente específicos a partir de componentes distintos ou módulos. Essas técnicas podem permitir estabelecer um contato mais direto com os clientes e facilitar a percepção de quem estaria realmente interessado em comprar o produto ou serviço, através da utilização conjunta do marketing one-to-one e das ferramentas de suporte à decisão.
O que é Marketing Direto ?
segunda-feira, 1 de março de 2010
Canais de marketing
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Comunicação interna em marketing
- Clareza nas informações: independente da forma utilizada, de pessoa para pessoa, por edital, fax, e-mail, carta ou mesmo telegrama, faz-se importante a utilização de uma linguagem direta, de fácil compreensão e que deixe o menor número de dúvidas possível, pois toda comunicação deixa dúvidas;
- Quanto ao tamanho: textos longos atrapalham a concentração das pessoas, textos curtos podem passar o que realmente interessa, caso haja um complemento para uma determinada área, pode-se informar de que há um manual, memorando, informativo ou local em sua página da intranet que disponibiliza informações mais aprofundadas caso haja dúvidas quanto ao conteúdo;
- O que é importante no conteúdo: não adianta colocar informações que pertencem a uma área para que todos saibam, existem momentos em que a individualização do conteúdo é vital e permite que cada um receba somente o que é importante e será usado;
- Como tirar as dúvidas: deixar um canal para que a comunicação seja complementada é fundamental, abre portas para que os colaboradores participem de todos os processos da organização e permite encontrar soluções mais facilmente, eleger um responsável ou permitir que os gerentes sejam os mais indicados para retirar dúvidas é um passo para integrar a equipe e a gerência;
- Sugestões para futuras comunicações: também podem ser deixadas abertas as portas para que os colaboradores dêem suas sugestões sobre como gostariam de receber os comunicados no futuro, que tipo é mais interessante para aquela área, que linguagem é mais adequada, quem é o responsável por sanar as dúvidas e que tem mais empatia com o grupo;
- Tempo de absorção da mensagem: os termos (linguagem), o tamanho do texto, a facilidade de retirar dúvidas ou complementar auxiliam na compreensão de seu conteúdo, a pessoa ouve ou lê e rapidamente entende o que significa, cada área têm uma linguagem diferenciada por termos técnicos e os profissionais de Marketing devem estar atentos a este detalhe.
Cada público-alvo têm um desejo e necessidade, mesmo dentro das organizações a comunicação deve ser uma ferramenta que une os colaboradores, que gere idéias e dê a oportunidade de todos participarem realmente do dia a dia da empresa. Quando mais clara e direta for a comunicação, melhor será seu resultado, mesmo que não acabe entendida por completo, sempre existirão dúvidas e questionamentos feitos, independente da posição da pessoa dentro da organização.
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MC Donalds, criatividade é sempre bom !
Um bom comercial, bem elaborado e com muito senso de humor (isso conquista qualquer telespectador), garante o posicionamento da marca, assim como faz o marketing viral se manifestar como uma praga benigna, e o melhor de tudo é vir acompanhado de uma marca confiável e de credibilidade. Ele já diz tudo sem falar nada !
Leia Mais…quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Campanhas de incentivo, o sucesso garantido
• Vender mais um determinado produto ou serviço
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Criatividade
A criatividade é a ferramenta mais adequada para encontrarmos maneiras de fazer mais com menos, de reduzir custos, de simplificar processos e sistemas, de aumentar lucratividade, de encontrar novos usos para produtos, de encontrar novos segmentos de mercado, de diferenciar o seu curriculum, de desenvolver novos produtos e muito mais.
Muitas empresas já se conscientizaram de que o seu capital humano, o seu potencial criativo é muito superior ao seu desempenho criativo e inovador. O problema é que elas não sabem como organizar, como aproveitar todo este potencial criativo que está disponível. Isto é comprovado pela qualidade das idéias inesperadas que surgem de vez em quando. Por que então esperar as idéias "de vez em quando?" Por que não estimular a produção destas idéias no dia-a-dia?
Este é o melhor caminho. Muitas empresas já estão criando o seu Departamento ou equipe de Criatividade e Inovação. Criatividade é uma maneira de ser, de viver. O primeiro passo é exercitar todo o seu potencial de gerar idéias. Acostumar-se a criar a maior quantidade de idéias sem pre julgar nenhuma. Lembre-se de que você só conseguirá chegar a uma excelente idéia se você tiver muitas outras para optar.
Walt Disney disse certa vez que Criatividade é como ginástica: quanto mais se exercita, mais forte fica. Comece já. Nas próximas páginas você encontrará exercícios para iniciar este treino, individualmente ou em grupo.
O que é "6 Sigma" ?
O termo “6 Sigma”, estatísticamente, representa a variação mínima desejada no decorrer dos processos que têm impacto sobre o cliente. Entende-se assim que, ao reduzir a probabilidade de falhas e defeitos é otimizada a relação com o cliente e consequentemente a performance da empresa em termos operacionais e financeiros.
Em termos práticos, as organizações que desenvolvem o sistema “6 Sigma” na sua estrutura têm como meta atingir 3,4 defeitos por cada milhão de oportunidades, assumindo-se uma oportunidade como todos os momentos em que uma empresa pode falhar durante um processo. A aplicação desta metodologia assenta na implementação de um sistema baseado na mensuração e monitorização de processos, para que os desvios à ‘normalidade’ sejam evitados ao máximo, por forma a que as consequências nefastas que daí possam advir sejam igualmente evitadas.
A aplicação da metodologia passa pelas seguintes fases:
a) Definição (Identificação de problemas e processos);
b) Medição (caracterização atual e desejada do processo);
c) Análise (estudo do impacto de cada variável sobre o processo);
d) Melhoria (realização de experiências através de modelos matemáticos);
e) Controle (acompanhamento do processo de melhoria).
Trata-se de uma metodologia que atravessa toda a empresa e que requer responsáveis cuja responsabilidade passe unicamente pelo desenvolvimento de melhorias contínuas. Não se pense, porém, que se trata do envolvimento isolado de uma equipe. Todos os elementos envolvidos nos processos que possam surtir influência na perspectiva que o público tem sobre a organização necessitam de obter formação adequada para que, no longo prazo conjuguem o seu desempenho com os padrões desejados.
A General Electric, na pessoa do seu líder Jack Welch, foi a principal impulsionadora na utilização da metodologia “6 Sigma”, assumindo que durante os primeiros 5 anos da sua implementação terá beneficiado cerca de $10 bilhões de dólares. O modelo estatístico foi criado pelo gestor de qualidade japonês Joseph Juran em meados dos anos 80, tendo vindo a ser reconhecido por grandes multinacionais como a Motorola, 3M, Apple Computers, HP, Vodafone ou Dupont, bem como por organizações governamentais como o Exército Norte Americano ou a própria NASA.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A menina dos olhos do marketing !
- Suas estratégias corretamente: todas as possibilidades são percebidas claramente, os fatores quantitativos e qualitativos são percebidos com mais facilidade, todos os esforços são direcionados até um ponto comum, ou seja, com um foco muito mais preciso;
- Qual é o melhor local para construir sua linha de produção: muitas vezes deve-se compreender que uma alta densidade demográfica não traz retorno, pois nem sempre o público-alvo está naquele local, da mesma forma pode-se estudar o melhor local para implantar uma empresa;
- Que concorrentes estão na região: conhecer seus concorrentes é uma vantagem, mas saber que o produto da sua empresa pode ter um volume maior de aquisições ao direcionar seus esforços para um local é muito mais fácil, principalmente quando são conhecidos os fatores que influenciam diretamente em uma produção.
Há inúmeros fatores que podem influenciar nas decisões, como exemplo pode-se usar uma empresa que produz defensivos agrícolas, esta organização coloca todos os dados em um programa de geomarketing e percebe que existem áreas onde seu produto têm uma eficiência muito maior devido as condições da região (excesso de insetos ou pragas), mas também percebe que há uma região onde as mesmas condições não existem, usando este mapa pode-se construir uma nova linha de produção onde é necessário o uso do produto, sabendo que seu consumo será efetuado e que há razão para ofertá-lo na região.
Conhecer o mercado torna-se muito mais fácil, entender as variáveis que levam a tomar as decisões é fundamental e o profissional de Marketing deve estar preparado para lidar com este processo chamado geomarketing. O mercado oferece os dados, o profissional de Marketing deve compreender seu significado, o que leva a usar o geomarketing para obter vantagem competitiva, uma vez que a concorrência pode não utilizá-lo no atual momento.Quando a base de dados oferece a possibilidade de elaborar estratégias que suplantem os concorrentes, deve-se estar atento à organização, suas diretrizes e valores, dessa forma o profissional de Marketing terá em mãos uma ferramenta poderosa e que permite a leitura de inúmeros dados ao mesmo tempo.
Relacionamento nas redes sociais
Muito se fala das redes sociais e sobre a importância da presença das empresas nelas. Mas, sejamos realistas, quantas marcas realmente têm uma presença relevante na rede? Eu arrisco dizer que ainda são poucas. A verdade é que a grande maioria ainda está preocupada em vender e não percebe que o impacto de ações em sites como Twitter, Facebook e Orkut não influencia diretamente nas vendas, mas sim no relacionamento e, consequentemente, na fidelização. Se você entrar no site de qualquer uma das redes de eletrodomésticos mais tradicionais como Wall Mart, Americanas ou Magazine Luiza e consultar um Notebook, por exemplo, com certeza será bombardeado com emails promocionais oferecendo este produto por meses, até o momento de sua compra. Vou dar outro exemplo (descrito por Sylvia de Sá da redação de mundodomarketing): No último domingo estava em casa e tuitei “Que vontade de comer um Koni”. No dia seguinte, meu e-mail avisava que a Koni Store estava me seguindo no Twitter e, nas minhas mensagens, eles perguntavam “E aí, matou a vontade de Koni?”. Ação simples e eficiente. Mostra a importância que a marca dá ao consumidor, estreita o relacionamento e, de quebra, acaba me lembrando da vontade de comer um temaki. Mais tarde passo lá.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Brainstorming – O comportamento do grupo
Benchmarking
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
O que é Balanced Scorecard ?
Assim, esse modelo traduz a missão e a estratégia de uma empresa em objetivos e medidas tangíveis.
As medidas representam o equilíbrio entre os diversos indicadores externos (voltados para acionistas e clientes), e as medidas internas dos processos críticos de negócios (como a inovação, o aprendizado e o crescimento).
O BSC sinaliza em quais segmentos de mercado se deve competir e que clientes conquistar. Oferece uma visão do futuro e um caminho para chegar até ele, isso vai bem de encontro ao que vimos anteriormente sobre Planejamento.
O Balanced Scorecard não é uma ferramenta destinada a contadores, pois muitos tem essa idéia, que está ligada a contabilidade da organização, o BSC deve ser utilizado pelos executivos que precisam tomar uma série de decisões: a respeito de suas operações, de seus processos de produção, de seus objetivos, produtos e clientes, ou seja, visando o atingimento do Planejamento Estratégico da organização.
O BSC é um método que auxilia os gestores a desenvolver bem uma estratégia do princípio ao fim e depois fazer com que cada um na organização esteja envolvido a implementá-la (Kaplan e Norton, 2001).
Os indicadores devem traduzir a estratégia da empresa e devem ser utilizadas para auxiliar qualquer um na organização e tentar atingir as prioridades estratégicas. Somente assim as empresas serão capazes de não apenas criar estratégia, mas também implementá-las (Kaplan e Norton, 2001).
Através da observação dos resultados obtidos em outras empresas, Kaplan e Norton concluíram que o Balanced Scorecard deixara de ser um sistema de medição para se tornar rapidamente (1997, pg. 9) um sistema de gestão, com o qual os executivos estavam não somente comunicando a estratégia, mas também efetuando a sua gerência.
O BSC emergiu porque é um sistema capaz de compreender a estratégia empresarial e comunicá-la a toda a organização (Kaplan e Norton apud Kaplan e Norton 2001; Banker, Chang, e Pizzini, 2004, pg. 22).
Por contemplar medidas não financeiras pode auxiliar as empresas frente às mudanças do meio ambiente onde os ativos intangíveis da organização ganharam maior importância como fonte de vantagem competitiva no final do século XX (Kaplan e Norton, 2001, pg.88; Kaplan e Norton, 1996 pg. 68).
O Balanced Scorecard é baseado em quatro perspectivas (financeira, clientes, processos internos e aprendizado/crescimento), formando um conjunto coeso e interdependente, com seus objetivos e indicadores se inter-relacionando e formando um fluxo ou diagrama de causa e efeito que se inicia na perspectiva do aprendizado e crescimento e termina na perspectiva financeira.
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