quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O poder das vendas na gestão empresarial

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A moeda da vida tem duas faces, já pensou nisso? Cara e coroa? Não! Sucesso e malogro... Malogro? Sim, simplifiquemos, malogro é insucesso, mas acho a palavra um tanto estranha. Por que então não dizer sucesso e fracasso?
Basicamente porque fracasso significa não ter sucesso e desistir. Desistir jamais!

O tempero da vida é a possibilidade de continuar tentando, sempre.
Neste tempo de resgate, por onde andam os desaparecidos, até se encontrar o Belchior, diria que essas pessoas que um dia foram referências na música, literatura, na arte, na vida, precisam ser lembradas, ouvidas, assistidas, afinal suas obras estão vivas, num ambiente de morta memória.
Memória é importante para que não voltemos a cometer os mesmos erros, não acha?
Já imaginou falar de Jorge Amado, apenas como exemplo, e ouvir: Quem é esse cara?
Tudo o que essas pessoas fizeram estão à disposição de todos em revistas, livros, na conversa de amigos, na internet.
Conhecê-los e as suas obras, acredite, darão um colorido maior à sua vida, se interesse!
Bom, mas o que isso tem a ver com gestão empresarial?
Simples... feitos, fatos, memórias, resgates, fazem parte?
Claro, não? Idéias, recomendações, procedimentos, dicas, conselhos, todos os dias são descartados e negligenciados porque interesses pessoais, políticos, falta de conhecimento, os tornam pouco atrativos.
Há muito tempo aprendi que no mundo não faltam projetos, mas compromisso e determinação para que estes se tornem realidade.
Empresas fracassam todos os dias devido a problemas financeiros, produtivos e comerciais, você acredita nisso?
Eu não, o que leva empresas ao fracasso são decisões equivocadas e tardias, a falta de solução.
Digamos que João tenha aberto uma papelaria, com poucos recursos, e esta não teve o movimento esperado e faliu. O problema não foi financeiro? Quem sabe comercial?
Não, foi o desenvolvimento de um projeto com fragilidade estrutural!
Hum, essa foi retirada do baú!
Ele deve ter ouvido enquanto falava de seu projeto para os amigos e parceiros:
João, você não acha o que os recursos que tem são limitados para esse empreendimento?
João, olha, aqui nesta área esse negócio já está saturado!
João, você fez uma pesquisa antes de abrir a sua papelaria?
João, por que você acha que isso pode dar certo?
João, caso o negócio comece a “patinar” qual o plano B?
Ao observamos projetos que fracassaram sempre vamos encontrar um ponto de solução.
Consideremos um caso extremo. A empresa fabricante de disquetes para computador.
Hoje esse é um recurso obsoleto, ultrapassado, a empresa que decidir fabricá-lo não terá sucesso, certo?
É verdade, mas a empresa que o fabricava não precisava desaparecer com o produto, haviam outros caminhos a seguir.
O produto pode ficar obsoleto, a empresa não!
No caso de João, os problemas foram de ordem comercial também, não atingiu o volume de negócios necessário, não está correto?
Aqui chegamos num ponto que o mercado sempre debate: O maior problema das empresas é o comercial, está relacionado às vendas de seus produtos.
Podemos tomar isso como uma afirmação verdadeira?
Discordo! A empresa com o produto obsoleto já deveria ter procurado outros caminhos e João poderia ter batido em muitas portas em busca de formas comerciais alternativas.
O grande problema empresarial são as vendas, mas não as de produtos e sim aquelas que nos cobrem os olhos e nos impedem de ver e, por conseqüência, de ouvir sábios conselhos que evitariam grandes desastres.
Vejo todos os dias gestores contratando especialistas e utilizando mal seus conhecimentos, e pior, lhes dizendo o que deve ser feito, sem sequer prestar atenção às suas recomendações.
Você, um profissional responsável por uma empresa, antes de sair pelos corredores da organização colocando a culpa na má situação devido a questões produtivas, financeiras e comerciais, de uma espiada como estão as suas vendas, aquelas que lhe cobrem os olhos, reúna sua equipe e peça que esta o ajude a retirá-las.
Você vai se surpreender com o que passará a ver daí em diante.
Tenha uma ótima visão para que possa enxergar melhor sua missão!

artigo extraído de webartigos

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A objetividade do marketing direto

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O marketing direto é composto por ações que compartilham algumas características em comum, como a privacidade da comunicação, já que as mensagens são dirigidas a um consumidor específi co; a agilidade na elaboração e no envio da mensagem; a especifi cidade do público, em que elas podem ser direcionadas para determinados públicos que tenham características em comum (religiosos, hábitos, idade, profi ssão); e a interatividade do contato, que proporciona um diálogo entre empresa e consumidor, possibilitando melhorias nas estratégias de marketing de acordo com as respostas obtidas. As formas mais comuns de marketing direto são o telemarketing, a mala-direta e o e-marketing.
O marketing direto é o oposto do marketing de massa, pois ele é mais individual e proporciona aos profi ssionais de marketing ter maior precisão ao se comunicarem com um determinado público-alvo. Dessa forma, pode-se conhecer alguns desejos individuais ou de um grupo e, a partir daí, elaborar estratégias mais efi cazes para poder suprir tais desejos. Esse meio de comunicação possibilita o ajuste de ofertas às demandas de uma forma mais lenta que as demais explicitadas, contudo, pode ter um investimento menor e ter os mesmos resultados, dependendo dos objetivos da empresa.

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A flexibilidade da venda pessoal



A venda pessoal envolve a comunicação direta entre vendedores e consumidores potenciais. A venda “cara a cara” promove o feedback imediato, que pode ajudar os vendedores a adaptar suas ações naquele momento para conseguir concretizar sua venda.
Por possibilitar essa resposta do consumidor imediatamente após a abordagem do vendedor, essa forma de promoção é uma das mais efi cientes no composto de marketing da empresa.
Comparada com a propaganda e a publicidade, a venda direta pode converter, inclusive, uma venda quase perdida, através da percepção do vendedor com comentários ou expressões
do consumidor que não aprovou determinado produto, por exemplo.
A troca de informações e opiniões entre o consumidor e o vendedor é uma excelente oportunidade de analisar reações quanto a produtos, serviços, meios de comunicação, imagem, entre outros. A sondagem de preferências e hábitos dos consumidores atuais e potenciais também pode ser realizada nesse momento.
Mas apesar de todas as vantagens apresentadas, a venda pessoal é a forma de comunicação mais cara, porque envolve o constante treinamento da equipe de vendas, além de controle com gastos envolvendo custos para atender bem o cliente que
chega ao ponto de venda. E quanto à formação de uma imagem no mercado, o esforço é bem maior por um motivo muito simples: como a promoção da empresa é feita por pessoas, nem em todos os momentos elas estarão “disponíveis” para interagir da melhor forma com os clientes.
Portanto, é recomendado o uso em paralelo da propaganda ou publicidade com a venda pessoal, para otimizar os resultados obtidos.
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Publicidade X Propaganda, marketing de massa !

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Costuma-se confundir os termos propaganda e publicidade. Os termos diferem, essencialmente, pela questão de gratuidade ou não da comunicação com o mercado. Enquanto a publicidade – ou como também é conhecida, relações públicas – refere-se a qualquer forma gratuita e impessoal de apresentação de ideias, bens ou serviços por alguém, um patrocinador, identificado, a propaganda é definida pela Associação Americana de Marketing (AMA) como uma forma de apresentação impessoal de ideias, bens ou serviços por um patrocinador identificado que pague pela comunicação veiculada.
Ambos os meios de promoção são de suma importância para o marketing de qualquer empresa, porque através deles pode-se criar uma imagem e um conceito na mente das pessoas (share of mind), além de poder estimular o consumo, criar a lealdade, lançar novos produtos, criar percepções sobre benefícios, etc.
Independente de a empresa fazer uso da propaganda ou da publicidade, alguns requisitos devem ser obedecidos para se ter êxito na comunicação com os consumidores em potencial:
todo comercial deve chamar a atenção, despertar o interesse e o desejo do público ao consumo. Esses aspectos estão relacionados ao princípio da AIDA (atenção, interesse, desejo e ação).

Sendo indicados para atingir um grande volume de consumidores em potencial ao mesmo tempo, sem se importar com segmentos, a publicidade e a propaganda são dois meios promocionais muito utilizados por empresas que investem na política de marketing de massa. Proporcionalmente falando, esses tipos de promoção são mais baratas que as demais, pois os seus custos rateados pela quantidade de pessoas que terão acesso à propaganda, por exemplo, apresentarão um ínfimo valor, isto é, se for bem planejada.


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Os truques do marketing para você comprar o que não pediu



Boa imagem no mercado é tudo o que todas as empresas gostariam de ter. Este conceito foi levantado por Ogilvy no início da sua trajetória profissional brilhante e bem sucedida. Com uma boa imagem a empresa está em situação privilegiada para ver bem recebidos todos os seus projetos e todos os seus produtos. O prestígio conseguido e a admiração que desperta são a base para o sucesso de uma empresa. Nem sempre a imagem corporativa corresponde à imagem de seus produtos, porque há casos de um determinado produto ter mais prestígio do que o seu fabricante e vice-versa. Antes das idéias que conceituaram a estratégia do posicionamento, era a imagem o que as empresas queriam para o que produziam.

A teoria de Trout e Ries, defendendo a tese de que o posicionamento de um produto era tudo o que se precisava para o sucesso de uma marca, veio para enfrentar uma dura realidade - a de que metade dos produtos que eram lançados fracassava estrondosamente. Nada do que os dois teóricos americanos ensinaram ajudou a salvar os produtos com erros de lançamento porque a taxa de insucessos continua alta. Mas pelo menos foi uma tentativa de evitar tanto prejuizo para as empresas, racionalizando alguns métodos que deveriam orientar a propaganda numa época de tanta concorrência. O consumidor tem diante de si, num supermercado, um leque cada vez maior de opções e vai ter de escolher apenas uma. Qual a marca de detergente que vai levar para casa? Que sabor de refrigerante? Que dentifrício ou achocolatado, se todos têm a mesma aparência e práticamente o mesmo preço? Claro que as promoções com vantagem de preço ou que ofereçam brindes ajudam na decisão, porque qualquer vantagem extra atrái mais consumidores. Mas nem todo dia, durante todo o ano, é possível lançar novas e maiores vantagens.

A crença de que a propaganda é o que estabelece a diferença no emaranhado de marcas tem ardorosos defensores e é bastante lógica. Mas já ví uma agência ser demitida porque o diretor de planejamento disse para o cliente que o seu produto e os concorrentes eram todos iguais. O que poderia diferenciá-los era a maneira de fazer propaganda. O diretor de planejamento exagerou na metáfora ao dizer que "é tudo a mesma merda", pois nenhum fabricante gostaria de ver o seu produto definido dessa forma. O que o publicitário talvez quisesse dizer e o que lhe faltasse em vocabulário lhe sobrasse em arrogância é que só a propaganda é capaz de posicionar um produto na mente do consumidor. Atividades promocionais podem ajudar mas não constroem um conceito definitivo nem definem a personalidade da marca.

A realidade tem demonstrado que não existe uma chave única para abrir as portas do sucesso para um produto. Os anúncios, por mais criativos e brilhantes, nada conseguem se faltarem outros elementos, que começam na oportunidade para o produto no mercado, passam pela sua composição de preço e pela distribuição e desaguam na qualidade.
Existem casos de produtos que nunca fizeram publicidade e chegaram aos seus objetivos e outros que foram lançados com forte cobertura publicitária e simplesmente não deram certo.

Vem daí o axioma de que a pior coisa que pode acontecer a um mau produto é uma publicidade bem feita, porque bem mais cedo o consumidor vai entrar em contato com a má qualidade desse produto. E mais cedo ele vai ser expulso do mercado, por rejeição do consumidor.

Casos de má adequação de uma marca a determinado mercado existem em quantidade. Um exemplo foi o lançamento de Peter Stuyvesant no Brasil. Trata-se de um cigarro bem sucedido em diversos outros países e que fracassou no mercado brasileiro. A propaganda pouco ou nada teve a ver com isso. A marca Peter Stuyvesant, com este nome difícil de pronunciar em língua portuguesa, deveria competir num mercado habituado ao sabor dos cigarros da Souza Cruz. Marlboro pressionava do outro lado. Foi lançado nos fins dos anos 70 pela Rothmans, um fabricante que acabou se retirando do mercado brasileiro de cigarros. Pesquisa feita após o lançamento mostrou que em torno de 90 por cento dos fumantes brasileiros chegaram a provar a nova marca e não repetiram a experiência. Isso mostra que a comunicação funcionou mas algo de errado havia no próprio produto: o sabor, estranho ao gosto brasileiro; o nome da marca, que confundia o consumidor; e a distribuição deficiente.

A imagem de um grande produto, do princípio da História até o final dos anos 20, era normalmente construida por uma reputação formada pelo uso através dos anos. As pessoas recomendavam umas para as outras e através dos tempos ia se formando um sólido prestígio da marca entre os consumidores. Após o surgimento do mercado de consumo de massa e a consolidação dos veículos de comunicação de massa, a imagem de um produto pode ser construida em poucos meses. O investimento financeiro é alto e a curto prazo mas uma campanha agressiva tornará qualquer produto conhecido e experimentado pelo consumidor em muito pouco tempo.

A complexidade dos tempos que correm transformou e acrescentou responsabilidades ao papel de quem lança um produto. Antes, bastava fabricar algo de que as pessoas necessitassem, aproveitar a oportunidade e lançar o produto colocando-o nas mãos dos revendedores. O fabricante raramente pensava no consumidor final daquilo que produzia. Sua missão terminava no momento em que entregava ao atacadista ou diretamente ao varejo o resultado do trabalho da sua fábrica. Hoje, além de produzir o próprio produto, o fabricante tem a necessidade de produzir também a demanda para esse produto. A maior parte das grandes corporações mundiais sequer produzem as mercadorias que lançam no mercado. Encomendam a produção a terceiros, produzem apenas a demanda e constroem suas marcas poderosas. A Nike não possui fábricas. Possui apenas uma marca.

O prazer do homem moderno que vive nas cidades é o prazer de consumir. Os shoppings centers e os hipermercados são as enormes catedrais de consumo da idade contemporânea e os centros de integração das comunidades.
A engenhosa descoberta da divisão da sociedade em segmentos identificou novas necessidades e novas oportunidades para o lançamento de novos produtos. A constatação de que não existe uma única sociedade humana e sim que ela se divide em partes, cada segmento mantendo seu próprio estilo de vida e a sua própria visão do mundo, fez surgir empresas especializadas em produzir apenas para um determinado segmento. E segmentou também as grandes corporações, agora organizadas em divisões treinadas para atender aos mais diferentes desejos ou necessidades de consumo.

Desenvolver o produto certo, adequado a um tipo especial de consumidor; estabelecer não o preço que ele vale, mas o preço que o consumidor queira pagar por ele; desenvolver a embalagem correta; escolher o canal de vendas apropriado. A propaganda só será eficiente se esses pontos tiverem sido acertadamente cobertos. E só então começa a guerra para conseguir a atenção do consumidor e fazê-lo experimentar algo que ele não pediu mas do qual certamente vai precisar.


artigo extraído de umacoisaeoutra

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Inovação quando se menos espera



O desafio empresarial é criar produtos inovadores e com fórmulas econômicas, ao mesmo tempo. Essa foi a receita que algumas empresas seguiram e resultou em produtos consagrados : Red Bull, Wii e Viagra. A criação do Red Bull foi quando um executivo estava exaustado durante suas viagens e foi recomendado a tomar um tônico cafeinado, que era popular entre trabalhadores da construção civil. O executivo ficou entuasiasmado com o produto e o sabor. Quando chegou em seu país, adaptou o produto, reduzindo o açucar e gaseificou-a. Na fase de introdução, não foi aprovado pelo público. Depois de investimento em mídia, o produto alcançou altos índices de venda. Isso é uma lição. A mente criativa não deve se limitar a criar somente em um setor de desenvolvimento/criação - mas analisar o todo e estar atento - "boas idéias não batem a sua porta". Pontos a serem lembrados: Não subestime idéias - elas surgem de forma inesperadas e podem ser importadas e adaptadas, de acordo com a cultura local; Identifique pontos falhos em empresas com nicho de mercado e aborde como potencial lucrativo. Isso foi feito pela empresa Nintendo, que se aproveitou de um nicho de mercado, criando um novo segmento dentro da própria empresa e uma nova sensação de mercado com o produto Wii. Idéias fracassadas ou os chamados "produtos abacaxi" também podem ser boas oportunidades.O que mais vale é 95 idéias ridículas e 5 geniais do que 100 simplesmente boas.


Por: Regina Ornellas

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Planejamento ! básico e prático



Planejamento é um processo contínuo e dinâmico que consiste em um conjunto de ações intencionais, integradas, coordenadas e orientadas para tornar realidade um objetivo futuro, de forma a possibilitar a tomada de decisões antecipadamente. Essas ações devem ser identificadas de modo a permitir que elas sejam executadas de forma adequada e considerando aspectos como o prazo, custos, qualidade, segurança, desempenho e outras condicionantes. Um planejamento bem realizado oferece inúmeras vantagens à equipe de projetos. Tais como:

- Permite controle apropriado;
- Produtos e serviços entregues conforme o solicitado;
- Melhor coordenação das interfaces do projeto;
- Possibilita resolução antecipada de problemas e conflitos;
- Propicia um grau mais elevado de acertividade nas decisões.

“Praparar-se para o inevitável, prevenindo o indesejável e controlando o que for controlável” (Peter Drucker). Em resumo, o tempo dedicado ao planejamento é vital para evitar problemas na fase de execução. O objetivo central do planejamento é minimizar a necessidade de revisões durante a execução.

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Marketing político, por Mario Persona



Não trabalho com marketing político. Não que não entenda do comportamento dos políticos. Entendo o suficiente para não ser um bom entendedor. Por isso assisto de longe.
Mas não é só do marketing político que passo ao largo. Não atendo também fabricantes de cigarros, armas e munições, além de organizações religiosas. São segmentos que criam ressalvas em mim. Se treinasse vendedores de cigarros eu correria o risco de inconscientemente treinar o pessoal para vender menos, não mais, tamanha a minha falta de motivação.
Motivação é o que também falta quando o assunto é religião. Diante da confusa profusão de seitas, evito atender organizações religiosas por nunca saber ao certo se estou promovendo uma causa justa ou assessorando um mercador de almas.
Voltando ao marketing político, para um jornalista que me procurou, expliquei que existe um elemento na imagem que costuma passar despercebido: a simbiose do candidato com o público. Uma eleição é um contrato entre o que vota e o que é votado, no qual ambos buscam atender seus próprios interesses.
Em que pese o discurso de boa vontade e desprendimento de alguns, eu sou mais Adam Smith:
"Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seus próprios interesses".
A imagem de um candidato, portanto, não deve ser analisada em termos absolutos, mas relativos. O candidato com a pior imagem pode ganhar a eleição por ela encontrar eco na maior parcela da população votante.
Esta foi a rápida análise da imagem de alguns candidatos a prefeito de São Paulo que fiz para um grande jornal. Por ser apolítico e eleitor no interior considero-me isento o suficiente para analisar os candidatos apenas do ponto de vista da imagem. A ordem é alfabética:
Alckmin (Razão) - Tem a imagem ideal para quem não vota por paixão, mas com a lógica e a razão. Pessoas metódicas, racionais e organizadas gostam de uma imagem assim e apreciam sua oratória soletrada.

Kassab (Situação) - Por ser situação e vitrine para as pedradas da oposição, fica em desvantagem. A dor presente é sempre mais vívida do que a passada, a qual nosso cérebro recusa resgatar. Portanto suas falhas estarão mais associadas à sua imagem do que as dos outros candidatos. Graças a uma conjuntura mundial de momentânea prosperidade o candidato pode ser visto por alguns como time que está ganhando.
Maluf (Tradição) - Exposição, sotaque e feições são a matéria prima de todo caricaturista, daí a imagem caricata que acabou associada ao político. Mesmo assim sua imagem encontra eco nos mais saudosistas, que acreditam que no passado a vida era melhor, havia mais segurança e a cidade tinha um dono.
Marta (Paixão) - A imagem do tailleur vermelho encontra eco no público que vota com o coração e a emoção. Por ser mulher, sexóloga e mãe de roqueiro, agrada quem aprecia o sincretismo e a diversidade.
Em termos de imagem, não há melhor ou pior, ficando tudo por conta da percepção. A imagem que revelar maior simbiose com o maior número de eleitores é a que leva a faixa, independente de ser a melhor ou pior em termos absolutos. O que conta é a percepção e o eco que gera na mente votante.
Sempre é bom lembrar que numa votação há 2 mil anos a imagem do ladrão e homicida foi a que melhor representou o herói no conceito popular da época. E Barrabás acabou levando a melhor.
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artigo de mariopersona.com, por Mario Persona

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Os 8 principais valores do marketing de rede

O Marketing de Rede possuiu 8 valores importantes, veremos nesse artigo quais são eles.

1 – É o Valor da Oportunidade Igual é Verdadeira por causa da política de portas abertas. Quando você procura uma oportunidade de Marketing de rede ninguém vai perguntar se você tem faculdade, quais eram suas notas, ou algo parecido. Tudo o que precisa e ter disposição para o trabalho vontade de aprender e ensinar e querer se ajudar.

2 – O segundo valor é a Escola de Negócios. Vivemos num mundo onde podemos ter pessoas bem distintas. Aquelas que são empregados e os que são empreendedor. O Mundo do empregado geralmente e confuso e sem muitas opções. Ou seja, ter um emprego fixo, ganhar e pagar as contas. Aparentemente tem muitas opções, mas e com se fosse uma corrida dos ratos. Quanto mais se gira a roda, estamos no mesmo lugar. Diferente do mundo do empreendedor, onde o mesmo sempre enxerga novas possibilidades, mesmo onde ninguém acha que dará qualquer coisa. O empreendedor transforma as coisas e o empregado apenas usa as coisas transformadas. Somos treinados desde a escola a sermos empregados e não a ser empreendedores.

3 – Alavancagem em Rede. Uma rede tem muito mais poder que uma pessoa só. Veja as televisões, o rádio, e telefone só para citar alguns exemplos de redes atuais. Se vocÊ tiver o melhor produto do mundo e não mostrar pra ninguém mais, você não terá um rede. Mas quando duas ou mais pessoas começam a usar o mesmo produto e então começa uma rede, a chance de dar certo e bem maior. Temos hoje a maior rede que se podemos falar: a Internet. Ela cria novos rumos e faz pessoas anônimas virarem especialistas em algo e conseguem alcançar de um lado a outro do planeta. Quanto maior for sua rede melhor. As pessoas mais ricas do mundo constroem redes e as outras são ensinadas a procurarem trabalho.

4 – Trabalho em Equipe. Os negócios é um negocio de equipe. As pessoas ricas não fazem tudo sozinhas. Elas têm assessores e outras pessoas que ajudam a fazer suas riquezas aumentarem cada vez mais. Quanto melhor sua equipe, maior sua renda e riqueza. No Marketing de Rede a equipe e de pessoas para pessoas. Começa com amigos novos e antigos e depois vão se achegando outras pessoas que geralmente procuram a mesma direção e juntos traçam metas que beneficiam a todos. No marketing de rede todos querem o sucesso do próximo pois assim toda equipe ganha. O que é ótimo.

5 – Comunicação: a habilidade mais importante de um negócio. Todas as pessoas de sucesso são boas comunicadoras. O marketing de rede oferece isso a todos. No marketing de rede acabamos por encarar nossos medos, aprendemos a lidar com eles e superá-los. Assim, sobressai em nós o verdadeiro vencedor. Devemos assim jogar fora o medo, principalmente o medo da rejeição. Todos quando nascemos somos ótimos comunicadores, veja como exemplo uma criança. Alguém consegue não prestar atenção a uma criança.

6 – Criação de Sinergia Através da Liderança. Quando existe um líder ela consegue levar pessoas para patamares que nunca estiveram. O líder consegue extrair das pessoas o que elas tem de melhor e faz partes separadas funcionarem melhor juntas, o que é bom. No Marketing de Rede o líder foca na construção de sua rede e consegue passar para seu grupo justamente o que eles precisam e assim a equipe toda sai ganhando inclusive o líder.

7 – Não Trabalhar por Dinheiro. Porque todos podemos ter muito dinheiro e pouco dinheiro. Para quem tem muito dinheiro surge muitos problemas principalmente de como investir o dinheiro. Quantas pessoas tinham muito dinheiro e não souberam investir e hoje estão na miséria? Quem tem pouco dinheiro tende a correr mais ainda atrás do dinheiro, porém falta as vezes o necessário para investir e sem investimento não se consegue fazer o negócio prosperar. Por isso, o dinheiro vai ser uma conseqüência quando se faz um trabalho ótimo e com foco, dedicação e harmonia consigo mesmo.

8 – Viver os Seus Sonhos. O sistema de Marketing de Rede incentiva a busca dos seus sonhos, seja qual for. Pode ser uma casa grande, um carro novo, viagens e status. O incentivo faz você ir ao encontro dos seus sonhos e assim mudar toda sua vida. NO marketing de rede você muda sua forma de pensar, sua forma emocional e sua forma financeira. Isso num processo continuo. Assim quanto mais controle tiver mais feliz serás. Mudando o não posso para Como posso. Pois somos levamos a mudar mesmo as coisas e procuramos fazer isso. O que é ótimo.

Esse resumo e o que podemos ter no marketing de rede. Seja qual for seu sonho e objetivo, comece agora mesmo a fazer algo. Como diz um amigo nosso “muito conhecimento sem ação não é nada”. Comece a agir e a transformar sua vida agora mesmo. Uma grande caminhada começa com a decisão do primeiro passo.
Defina agora mesmo seus planos, estabeleça suas metas, sonhe alto e desenvolva e contribua com os outros. Assim terás muito SUCESSO.

Por Gerson Dias, de webartigos.com

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O líder de sucesso



O líder é aquele que toma as decisões. Certo? Não. Errado! O líder é o responsável em buscar o melhor caminho para que os membros da equipe percorram para alcançar o objetivo pretendido. É o grupo que toma as decisões, se fosse o líder que decidisse o que fazer, para quê serviria o grupo? A liderança é a gerência e o controle dos atos que o grupo opta em seguir. Portanto um bom líder age com eficiência, transformando as idéias do grupo em ações que viabilizam a resolução dos projetos e tarefas impostas pela organização. O verdadeiro líder forma líderes. Algumas das principais habilidades de um líder são:
- Segurança: Trazer a sensação de segurança a uma equipe para que possam expressar livremente suas idéias coerentes, e chegarem a uma decisão unânime.
- Flexibilidade: Todos possuem uma vida cheia de problemas e decisões. Ninguém vive unicamente a alguma coisa, portanto um líder deve ser flexível ao seu grupo ouvindo fatos e anseios com relação a algum membro se este estiver com problemas. Essa habilidade também é conhecida como empatia.
- Responsabilidade: Ser responsável é essencial a um líder, se este quiser levar o grupo ao sucesso, assumir essa habilidade com plena convicção faz com que a equipe tenha confiança, e é assim que surgem as idéias.
Essas são as habilidades de um verdadeiro líder. É claro que existem muitas outras que complementam as características de quem está à procura de liderar um grupo de pessoas, mas é uma longa jornada de estudos, pois se lembre de que você estará liderando pessoas e as pessoas são complexas em todos os aspectos. Mas isso não o impede de buscar seu desenvolvimento pessoal e sua forma de liderar. De fato são constantes estudos que nos fazem tornar vencedores. Todos somos líderes de nossas vidas. Por fim busque sua auto-realização, o primeiro passo deve partir de nós mesmos.
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artigo extraído de webartigos
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A importância de traçar um plano de marketing para a sua empresa



O plano de marketing é o guia para a empresa saber exatamente o mercado em que quer atuar. Em linhas gerais, serve para estabelecer objetivos, metas e estratégias envolvendo produto, preço, promoção e ponto-de-venda, que formam o composto de marketing (os 4 Ps).
Ele faz parte do plano estratégico de uma empresa e mostra - quando bem executado - a relação entre o produto e o mercado. Tem a finalidade de ordenar as estratégias das empresas interessadas em obter eficiência, eficácia e efetividade nas atividades orientadas para o marketing.
Os consultores costumam dizer que o plano agrega sub-planos, que tratam de atividades importantes do marketing, conforme a seqüência:

Plano de vendas + Plano de propaganda + Plano de novos produtos + Plano de merchandising = Plano de marketing

Um bom plano não valida uma idéia de marketing, mas uma boa idéia de marketing é validada por um bom plano. Em geral, o ponto de partida do plano de marketing é a coleta de informações.
Para elaborar um plano que atinja plenamente seus objetivos, o empreendedor deve cuidar para absorver informações de qualidade e de utilidade para seu negócio. É preciso definir metas e ações por escrito e então compartilhá-los com o restante da equipe gerencial.
Todo o processo é chamado de planejamento, e o plano de marketing por escrito é o produto final desse processo. Os itens que um plano de marketing deve conter e satisfazer são, em ordem:

1 - Objetivos (Gerais e específicos);
2 - Finalidades e abrangências;
3 - Pesquisa de mercado;
4 - Diagnóstico da situação interna (Histórico e estrutura);
5 - Estratégias atuais e indicadores de desempenho (Composto de marketing, Produto, Preço, Distribuição, Composto promocional, Propaganda, Promoção de vendas, Força de vendas, Relações públicas, Pontos fortes e fracos (SWOT);
6 - Diagnóstico da situação externa (Estudo do macroambiente, Fatores econômicos, Fatores tecnológicos, Fatores político-legais, Fatores culturais, Considerações sobre o mercado, Ameaças e oportunidades (SWOT);
7 - Definições estratégicas (Definição da missão, visão e valores, Definição dos objetivos, Estabelecimento das metas, Definição de estratégias, Definição de plano de ação, Definição de plano de resultados, Métodos de avaliação e controle.
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extraído de sebrae.com.br

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Mensuração e previsão de demanda



Ao perceber um mercado atrativo, a empresa deve avaliar com cautela seu atual tamanho e seu potencial futuro. Não se pode superestimar ou subestimar um mercado, pois as consequências podem ser fatais. Portanto, é importante conhecer a demanda e mensurá-la constantemente.
Um exemplo pode ser visto na figura a seguir, em que são retratados 75 tipos diferentes de mensuração de demanda utilizadas pela Motorola, que, dessa forma, mensura a demanda através de cinco diferentes níveis de produto:

• para um modelo de celular (item de produto);
• para toda a sua linha de celulares (linha de produto);
• para todos os celulares fabricados e por todos os seus concorrentes (categoria de produto);
• para todas vendas de telefones celulares e outros produtos (venda da própria empresa);
• para as vendas conjuntas da Motorola, Nokia, Samsung e concorrentes (vendas do setor).

Além de mensurar também através de duas variáveis: a demanda geográfica (cliente, território, região, país específico e o mercado internacional) e a demanda temporal (a curto, médio e longo prazos).



Para mensurar a demanda, é necessária a clara compreensão do mercado a ser analisado. Se o mercado é o conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço, o seu tamanho irá depender do volume desses compradores para uma oferta nesse mercado. Tais compradores podem apresentar quatro características: interesse, renda, acesso e qualifi cações.

Portanto, é vital que as empresas saibam mensurar suas demandas para viabilizar estratégias que foquem seus mercados-alvo. Algumas previsões de demanda, extremamente positivas, podem resultar em capacidade de produção ociosa, o que custa caro para a empresa, enquanto que uma previsão de demanda subestimada pode resultar em perdas de faturamento, de oportunidades e de lucros. Logo, para evitar esses altos e indesejados custos, pode-se classificar os produtos de acordo com sua demanda:

Demanda permanente: são produtos que aparentam demanda perpétua;

Demanda sazonal: são os produtos que são comercializados somente em determinados períodos;
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Demanda irregular: são produtos que apresentam comportamentos de compra irregular, o que impede uma projeção de vendas. Geralmente, são clientes específicos que,em algum dia, comprá-lo-ão;
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Demanda em declínio: o declínio da demanda dessesprodutos ocorre gradualmente, o que permite que os estoquestambém sejam diminuídos na mesma proporção. Porém, hádeterminados produtos cujo declínio pode ocorrer subitamente,mas que já se previa;

Demanda derivada: são produtos que têm sua demanda dependente da demanda de outros produtos principais.

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Faber Castell (1983) - a perfeição na TV

Os olhos clínicos do marketing encontraram o par perfeito. Quando a gente era criança, bastava ouvir essa música e dava vontade de colorir um papel, mexer com tinta, brincar com as cores. E foi esse, exatamente esse, o pensamento dos profissionais da Faber Castell.
Hoje, mais de 25 anos depois, a gente ouve essa música e nem se lembra do Toquinho, vem logo na mente essa obra prima dos comerciais de TV.

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Detesto olimpíadas, por Mario Persona



Nunca gostei de Olimpíadas. Mas não vá atrás de minha conversa porque quando criança eu também não gostava de palmito, jiló e quiabo. Mas cresci, e hoje adoro estas coisas, menos língua com quiabo, porque a baba me faz pensar no boi moribundo.
Se eu detesto Olimpíadas, por que me emocionei tanto quando vi na TV do restaurante o anúncio da escolha do Rio para 2016? Chorei. Pouquinho, disfarçadinho, mas chorei. Não tanto quanto o Lula, e nem enxuguei as lágrimas com
aquela "toalhinha" de hotel estrangeiro que não tem bidê. Usei o guardanapo.
Acho que foi uma conjunção de fatores que umedeceu meus olhos, começando pela garçonete. Quando perguntou que molho eu queria na salada, indaguei das opções e ela enrubesceu. Pediu desculpas por ser nova e ainda não ter decorado os nomes. E como poderia? O cardápio era em inglês e rico em gírias australianas, além de calorias, muitas calorias.
Então ela tirou a cola do bolso e foi gaguejando os nomes escritos em letras trêmulas. Achei lindo ser atendido por uma garçonete que ainda não tinha sido transformada em um script ambulante com um sorriso de plástico grudado no rosto. Pedi que ela escolhesse qual molho eu devia escolher. Ela enrubesceu de novo. De repente sentiu-se cliente.
Na hora da sobremesa arregalei os olhos, impressionado com o tamanho do doce. Os olhos dela, tão arregalados quanto os meus, pareciam dizer: “Também estou impressionada! Não é incrível?”. A menina saboreava cada momento; ela vivia na pele o prazer dos primeiros dias, do primeiro emprego e, quiçá, do primeiro atendimento. Um prazer que milhares de jovens terão quando os Jogos Olímpicos chegarem à nossa raia.
Sim, porque as Olimpíadas, que eu nunca assisto, geram empregos aos montes e movimentam milhões na construção, indústria, transportes e turismo. Não que eu goste de turismo, também odeio viajar. Mas o mundo não é movido pelas coisas que eu gosto, e eu não sou burro para remar contra essa maré. Se é que burro rema.
Ouvi dizer que quando o Guga acertou no tênis o número de praticantes do esporte no Brasil dobrou. A venda de bolinhas cresceu 142%, e a de raquetes 133%. Tente imaginar o que virá atrelado aos Jogos Olímpicos do Rio. Vai estar assim de gringo que não vem só para ver o Rio. Os que não perderem o passaporte num assalto, vão querer visitar também a floresta amazônica antes que acabe. Mais negócios e empregos para as outras regiões.
Mas não é preciso esperar 2016 para medir os efeitos das Olimpíadas nos negócios. A venda de cerveja aumentou nos bares e restaurantes frequentados pelos filósofos de botequim. Eles andavam meio sem assunto com a mesmice da invasão da embaixada brasileira em Honduras, e de repente as Olimpíadas caíram de bandeja. O tempo médio de permanência da “Irmandade do Contra” nos botequins aumentou, estimulando toda a cadeia de negócios, da cerveja ao amendoim, passando pelo salaminho e pelos garçons e garçonetes, que viram suas gorjetas engordarem.
Os botequins nunca estiveram tão animados. Quer coisa melhor do que criticar os investimentos que serão feitos no Rio? Vai ter politicagem, vai ter corrupção, vai ter poluição... Nossa! A lista é interminável! Tantos problemas graves para o país resolver e o governo pensando em Olimpíadas! Por que não gastar na educação e no combate à fome os bilhões que serão gastos com gente fazendo piruetas?
Quase sinto vontade de engrossar as fileiras dos filósofos de botequim. Se ainda fosse universitário e reacionário eu com certeza estaria ali, falando mal das Olimpíadas, do palmito, do jiló e do quiabo. Mas cresci.


Esse cara é muito bom, resolvi postar essa matéria porque achei "simplesmente" show !

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Os diferentes papéis do consumidor



Diversos estudos sobre o comportamento do consumidor indicam que, durante o que pode parecer um simples ato de compra, o consumidor pode assumir diferentes papéis, que variam de acordo com a situação em que ele se encontra. O consumidor pode assumir cinco distintos papéis no momento da compra, e o profissional de marketing precisa preparar-se para identifi cá-los e, assim, abordar o consumidor com a estratégia que seja adequada para cada tipo.
São eles:

• O Indicador - Quando ele sugere que outros consumidores adquiram o produto ou serviço indicado por ele. Assim, é necessário que o produto ou serviço já tenha sido experimentado. Nesse papel, o consumidor, de posse de informações acerca de um produto ou serviço, repassa-as, para que elas sirvam de elementos para o processo de decisão de escolha de outros consumidores. Não obstante, em algumas situações, esse consumidor também poderá representar um indicador negativo, sugerindo que o bem ou serviço não seja adquirido; assim, a experiência anterior não foi satisfatória.

• O Influenciador - Quando sua opinião ou ponto de vista pode influenciar na decisão de compra de outras pessoas. Os grupos de referência ou os formadores de opinião são os melhores exemplos. Essas pessoas ou um grupo delas, por sua imagem e comportamento, influenciam o comportamento de outras, inclusive em seus processos de compra. Muitas vezes, o que diz o influenciador é lei, dependendo do grau de confiança que lhe é depositado. Os pais e responsáveis representam os primeiros influenciadores de um consumidor iniciante, como a criança. Atores, cantores, grupos sociais e algumas celebridades também, principalmente apresentadoras de programas infantis, recebem de seus admiradores muita credibilidade.

• O Decisor - Quando este detém o poder efetivo de decisão de compra. Geralmente, esse poder é exercido por quem detém o título de provedor econômico da família, ou seja, o responsável pelo pagamento das contas da casa decide sobre as compras. À exceção daquelas pessoas que vivem sozinhas, a maioria dos consumidores costuma realizar suas compras em família, principalmente em se tratando de produtos e/ou serviços que serão compartilhados por todos, como a compra de um novo televisor ou a contratação de um canal de tv a cabo.

• O Comprador - Aquele que, de fato, realiza a compra. A mulher comumente exerce essa função. O exercício dessa função independe de poder aquisitivo de quem realiza a compra. Nem sempre quem vai às compras é o dono do dinheiro. Antigamente, a mulher era a compradora oficial do grupo familiar, por sua total dedicação aos trabalhos domésticos e tempo livre. Hoje, essa função é compartilhada com os demais membros da família. As compras, atualmente, são realizadas por quem está com disponibilidade.

• O Usuário - Representado por quem realmente vai utilizar o produto ou serviço adquirido. Aquele que usufruirá diretamente o que está adquirindo realizará suas compras de acordo com as características próprias, o que torna esse processo muito mais simples. Diferente das compras realizadas para um grupo de pessoas, cujas características devem ser levadas em consideração, a compra realizada pelo próprio usuário dispensa qualquer tipo de preocupação com outras pessoas. Assim, quem compra apenas se preocupará em suprir necessidades ou desejos próprios.
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